A Mula: Clint Eastwood em sua melhor forma!
Clint Eastwood prova mais uma vez que os anos só lhe fizeram bem, seja pela competência com a qual conduz seus trabalhos, ou a escolha dos temas que leva para as telas. Além de atuar magnificamente e nos envolver, ainda conduz a direção do filme como quem conduz uma orquestra, pois tamanho é o brilho lapidado com a qual somos apresentados em suas obras. A Mula se trata de um roadie movie tão singelo e ao mesmo tempo perturbador, que somos tão bem conduzidos pela história e passamos a torcer tanto pelo protagonista, que esquecemos que a confusão na qual este senhor se envolveu é muito mais grave do que se aparenta.
O filme toca em assuntos tão peculiares e ao mesmo tempo tão recorrentes, fazendo os mais jovens encarar a vida de uma outra maneira para não cometer os erros dos mais velhos, que são pessoas vividas e cheias de lições, por mais sem filtro que possam ser, cono diria Bradley Cooper em um dos momentos mais singelos do filme, qdo conversa com o personagem de Clint, em um papo que pode parecer corriqueiro de um senhor sentado em um bar reclamando da vida ou querendo dar conselhos, que na maioria das vezes são ignorados. Nos mostra o valor que devemos dar aos mais velhos, por mais que tenham dificuldades de usar nossas tecnologias, o que os tornam mais sábios por viverem uma era, que não se tinha internet nem nada dessas tecnologias de hoje em dia.
Na trama, Clint é Earl Stone, um nonagenário decadente que, após dilapidar os seus bens -a venda de flores pela internet atropela os velhos cultivadores- tropeça sem querer com um bico de entregas patrocinado por um cartel de drogas. Um velho convertido numa espécie de motoboy, ganhando muito dinheiro por conta das corridas, começa a cair a ficha -não porque não tem o que comer, mas porque descobre que pode ajudar muitos além de querer recuperar as prioridades. Um filho pródigo ao contrário, mas com os mesmos efeitos saudáveis do arrependimento. O relacionamento conturbado que tem com sua filha e a separação de sua mulher ilustram bem o resultado das escolhas que fez em sua vida trabalhando muito para dar o melhor a sua família mas faltava no principal que era a sua presença.
O filme é baseado no artigo do The New York Times chamado "The Sinaloa Cartel's 90-Year-Old Drug Mule", que conta a história real de Leo Sharp, um veterano da Segunda Guerra Mundial que se tornou mensageiro de drogas para o cartel de Sinaloa.
Com 88 anos o velho cowboy da Califórnia, reaparece para confessar os erros da vida. Sua vida de cultivador de lírios, rodeado de flores e de cargas de cocaína que lhe caem no colo, fez Clint enfrentar um papel que, antes ou depois, todos temos que aprender a desempenhar. Reconhecer os equívocos, pedir perdão, ter a humildade de suplicar o indulto e colocar as prioridades esquecidas no lugar adequado.
O filme também conta com um competente elenco de peso e luxo como Andy Garcia (Medidas Desesperadas), Bradley Cooper (O Lado Bom da Vida), Laurence Fishburne (Batman Vs Superman), Dianne Wiest (da série The BlackList e vencedora de 2 Oscar como em Tiros na Broadway) que da a devida carga emotiva para o filme com magnitude, além de sua filha, Alison Eastwood, nascida da primeira mulher após 15 anos.
A Mula é seu 36º longa-metragem onde o competente ator e diretor de 87 anos segue desafiando expectativas do público a cada novo filme, como Gran Torino, Menina de Ouro, Sniper Americano e Invictus. Sr. Eastwood colecionou sucessos ao longo dos anos em filmes de faroeste e clássicos aclamados pela crítica além dos policiais da frankia Dirty Harry Na Lista Negra, Impacto Fulminante, Na Linha de Fogo, Cadilac Cor-de-Rosa entre tantos outros, soube envelhecer muito bem e mudar sempre a sua carreira ao longo dos anos nos brindando cada vez mais com sua competente direção em dramas emblemáticos e cheios de mensagens bonitas e doloridas para serem mostradas nas telas com muita sapiência que só sendo muito insencível para não se encantar ou se chocar.
O filme toca em assuntos tão peculiares e ao mesmo tempo tão recorrentes, fazendo os mais jovens encarar a vida de uma outra maneira para não cometer os erros dos mais velhos, que são pessoas vividas e cheias de lições, por mais sem filtro que possam ser, cono diria Bradley Cooper em um dos momentos mais singelos do filme, qdo conversa com o personagem de Clint, em um papo que pode parecer corriqueiro de um senhor sentado em um bar reclamando da vida ou querendo dar conselhos, que na maioria das vezes são ignorados. Nos mostra o valor que devemos dar aos mais velhos, por mais que tenham dificuldades de usar nossas tecnologias, o que os tornam mais sábios por viverem uma era, que não se tinha internet nem nada dessas tecnologias de hoje em dia.
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| Os vencedores do Oscar, Dianne Weist e Clint Eastwood. |
Na trama, Clint é Earl Stone, um nonagenário decadente que, após dilapidar os seus bens -a venda de flores pela internet atropela os velhos cultivadores- tropeça sem querer com um bico de entregas patrocinado por um cartel de drogas. Um velho convertido numa espécie de motoboy, ganhando muito dinheiro por conta das corridas, começa a cair a ficha -não porque não tem o que comer, mas porque descobre que pode ajudar muitos além de querer recuperar as prioridades. Um filho pródigo ao contrário, mas com os mesmos efeitos saudáveis do arrependimento. O relacionamento conturbado que tem com sua filha e a separação de sua mulher ilustram bem o resultado das escolhas que fez em sua vida trabalhando muito para dar o melhor a sua família mas faltava no principal que era a sua presença.
O filme é baseado no artigo do The New York Times chamado "The Sinaloa Cartel's 90-Year-Old Drug Mule", que conta a história real de Leo Sharp, um veterano da Segunda Guerra Mundial que se tornou mensageiro de drogas para o cartel de Sinaloa.
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| O verdadeiro Leo Sharp. |
Com 88 anos o velho cowboy da Califórnia, reaparece para confessar os erros da vida. Sua vida de cultivador de lírios, rodeado de flores e de cargas de cocaína que lhe caem no colo, fez Clint enfrentar um papel que, antes ou depois, todos temos que aprender a desempenhar. Reconhecer os equívocos, pedir perdão, ter a humildade de suplicar o indulto e colocar as prioridades esquecidas no lugar adequado.
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| Bradley Cooper com o mestre Clint Eastwood. |
O filme também conta com um competente elenco de peso e luxo como Andy Garcia (Medidas Desesperadas), Bradley Cooper (O Lado Bom da Vida), Laurence Fishburne (Batman Vs Superman), Dianne Wiest (da série The BlackList e vencedora de 2 Oscar como em Tiros na Broadway) que da a devida carga emotiva para o filme com magnitude, além de sua filha, Alison Eastwood, nascida da primeira mulher após 15 anos.
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| Clint dirigindo o competente Andy Garcia. |
A Mula é seu 36º longa-metragem onde o competente ator e diretor de 87 anos segue desafiando expectativas do público a cada novo filme, como Gran Torino, Menina de Ouro, Sniper Americano e Invictus. Sr. Eastwood colecionou sucessos ao longo dos anos em filmes de faroeste e clássicos aclamados pela crítica além dos policiais da frankia Dirty Harry Na Lista Negra, Impacto Fulminante, Na Linha de Fogo, Cadilac Cor-de-Rosa entre tantos outros, soube envelhecer muito bem e mudar sempre a sua carreira ao longo dos anos nos brindando cada vez mais com sua competente direção em dramas emblemáticos e cheios de mensagens bonitas e doloridas para serem mostradas nas telas com muita sapiência que só sendo muito insencível para não se encantar ou se chocar.
A Mula já está disponível nos serviços de streeming.
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